O WhatsApp lançou um recurso que permite usar nomes de usuário em vez de números de telefone, aumentando a privacidade. No entanto, especialistas alertam que isso pode abrir espaço para novos golpes, como perfis falsos e personificação. Empresas devem redobrar a atenção.
Introdução contextual
O WhatsApp, plataforma de mensagens mais utilizada no Brasil, anunciou recentemente a implementação de nomes de usuário como alternativa ao compartilhamento de números de telefone. Embora a medida vise aumentar a privacidade dos usuários, especialistas em cibersegurança alertam que criminosos podem explorar o recurso para aplicar golpes de personificação e phishing. Para empresas que dependem do WhatsApp para comunicação com clientes e parceiros, é crucial compreender os riscos e adotar medidas preventivas.
O que aconteceu
Em 23 de julho de 2026, o Correio24Horas publicou a notícia de que o WhatsApp está testando um recurso que permite aos usuários criar um nome de usuário único, eliminando a necessidade de compartilhar o número de telefone para iniciar conversas. A funcionalidade, ainda em fase de implementação, promete maior privacidade, mas especialistas consultados pela reportagem apontam que golpistas podem criar perfis falsos com nomes de usuário semelhantes aos de empresas ou pessoas conhecidas, facilitando ataques de engenharia social.
Por que isso importa para empresas
Empresas que utilizam o WhatsApp Business para atendimento ao cliente, vendas ou comunicação interna precisam estar atentas. Com a possibilidade de criar nomes de usuário, um golpista pode registrar um nome similar ao da empresa (ex.: @empresa_oficial vs. @empresa_oficiaI) e se passar pela marca, enganando clientes e colaboradores. Além disso, a ausência de verificação oficial de nomes de usuário pode aumentar a incidência de fraudes, prejudicando a reputação e a confiança dos consumidores.
Impacto para cibersegurança, governança, IA ou continuidade
O novo recurso impacta diretamente a cibersegurança corporativa. Ataques de personificação (CEO fraud, phishing) podem se tornar mais sofisticados, pois o nome de usuário é mais fácil de ser imitado do que um número de telefone completo. Para a governança, as empresas devem revisar políticas de uso do WhatsApp, incluindo autenticação multifator e treinamento de funcionários. A inteligência artificial pode ser usada para detectar padrões de nomes suspeitos, mas também pode ser empregada por criminosos para automatizar a criação de perfis falsos. A continuidade dos negócios pode ser afetada se um ataque bem-sucedido comprometer canais de comunicação críticos.
Leitura executiva da WSVP
A WSVP recomenda que as empresas adotem uma postura proativa diante dessa mudança. Embora a privacidade seja um benefício, os riscos de golpes exigem ações imediatas: implementar verificação em duas etapas, educar equipes e clientes sobre como identificar perfis oficiais, e monitorar ativamente a criação de nomes de usuário que possam ser usados para personificação. A segurança da informação deve ser tratada como prioridade estratégica.
Recomendações práticas
- Verificação em duas etapas: Ative a autenticação multifator em todas as contas do WhatsApp Business.
- Registro proativo: Registre nomes de usuário oficiais da empresa antes que golpistas o façam.
- Educação: Treine funcionários e clientes para verificar a autenticidade de contas antes de compartilhar informações sensíveis.
- Monitoramento: Utilize ferramentas de monitoramento de marca para detectar nomes de usuário fraudulentos.
- Políticas internas: Atualize as políticas de segurança da informação para incluir diretrizes sobre o uso de nomes de usuário.
Fontes consultadas
- Correio24Horas - Novo WhatsApp esconde número de telefone, mas abre espaço para uma nova onda de golpes, alertam especialistas
- WhatsApp Security
Disclaimer
Este rascunho foi produzido com apoio de inteligência artificial e ainda requer revisão humana antes da publicação.


